Corretoras
Foxbit: as 13 faixas de taxa que a empresa publica, o spread do Swap que o Painel de Tarifas não traz e o que dizem os registros públicos
Apuração de 1º de agosto de 2026 nas fontes primárias: a faixa de entrada do livro de ofertas cobra 0,25% na ordem passiva e 0,50% na ordem ativa, primeira de 13 faixas por volume; o saque em reais é taxa zero com mínimo de R$ 10,00; e a compra simplificada não tem número publicado, embora os próprios Termos de Uso afirmem que ela tem spread. Esta página reúne esses dados com fonte e data e reproduz o que os registros públicos dizem sobre a empresa, sem emitir juízo sobre ela.
O que a empresa é, nos documentos dela e no cadastro público
Os Termos de Uso publicados pela empresa identificam a plataforma como Foxbit Serviços Digitais Ltda., inscrita no CNPJ 21.246.584/0002-30, e o rodapé do site repete a mesma razão social e o mesmo número. O documento cita ainda as demais empresas do que chama de Grupo Foxbit, sem nomeá-las — quais são essas empresas é dado que esta apuração não obteve. O endereço declarado é a Avenida dos Autonomistas, 2.561, em Osasco, São Paulo.
O cadastro de CNPJ foi lido em 1º de agosto de 2026 no espelho da base aberta da Receita Federal mantido pelo minhareceita.org, e não no sítio do órgão, que exige verificação anti-robô — verificação que não contornamos. E aqui aparece um detalhe contraintuitivo, que vale reproduzir exatamente como o cadastro o traz. Apesar do sufixo /0002, o estabelecimento 21.246.584/0002-30 consta como MATRIZ, com situação cadastral ativa e início de atividade em 2 de junho de 2023, em Osasco. O estabelecimento 21.246.584/0001-50, da mesma raiz e da mesma razão social, consta como FILIAL, também ativo, com início de atividade em 16 de outubro de 2014, em São Paulo. É o estabelecimento mais antigo do grupo no cadastro, e é o mais novo que carrega a condição de matriz. O ato societário que produziu essa configuração não foi localizado; o cadastro registra o resultado, não o ato.
A natureza jurídica é sociedade empresária limitada e o CNAE principal é o 74.90-1-04, de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral. No quadro de sócios e administradores do CNPJ que consta como matriz aparece a Foxbit LLC, registrada como sócia pessoa jurídica domiciliada no exterior, e três administradores. Esse quadro guarda a condição de sócio, não o percentual de capital, e não registra em que jurisdição a Foxbit LLC está constituída.
Sobre a fundação, há duas datas e elas não se contradizem: o cadastro marca 16 de outubro de 2014 como início de atividade do estabelecimento mais antigo, e a própria empresa, em publicação de 9 de dezembro de 2024, descreve 2014 como o começo da trajetória e nomeia dois fundadores e um primeiro investidor. A data de 2 de junho de 2023 é de abertura do estabelecimento que hoje figura como matriz, não da empresa.
As 13 faixas do livro de ofertas, e por que a faixa de entrada é a que descreve o leitor
A empresa não usa as palavras maker e taker no Painel de Tarifas: usa Execução de Ordem Passiva, que ela define como a ordem que fica esperando execução, e Execução de Ordem Ativa, que ela define como a ordem executada no momento, no preço da primeira posição do livro. A página do programa Foxbit VIP, essa sim, usa a coluna MAKER, e os números batem entre as duas.
Na faixa de entrada, que a empresa chama de Iniciante e define como volume de R$ 0 a R$ 25.000 negociados em 30 dias, os pares entre criptomoeda e real cobram 0,25% na ordem passiva e 0,50% na ordem ativa. A ordem stop market é cobrada com a mesma taxa da ordem ativa. Os pares entre criptomoedas têm tabela própria, com percentuais menores: 0,02% na passiva e 0,15% na ativa.
A tabela publicada tem 13 faixas, e o que ela faz com cada coluna é diferente. A taxa passiva desce quase a cada degrau: 0,22% na primeira faixa VIP, 0,20% na segunda, 0,10% na quarta, 0,05% na sétima. A taxa ativa fica parada em 0,50% nas três primeiras faixas, ou seja, para todo mundo que negocia até R$ 500.000 em 30 dias, e só começa a cair a partir daí; o menor valor publicado nessa coluna é 0,05%, a partir de R$ 75 milhões em 30 dias. Quem abre conta hoje está na primeira linha da tabela, e é por isso que ela é a que esta página põe em destaque.
Nas duas faixas mais altas a taxa passiva publicada é negativa: -0,015% entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão em 30 dias, e -0,030% acima de R$ 1 bilhão. Taxa negativa quer dizer que o percentual é creditado a quem deixa a ordem esperando no livro, em vez de cobrado dele. É o desenho que a empresa publica para quem move esse volume, e ele não descreve o custo de nenhum leitor desta página — está aqui porque é o que a tabela traz, e porque um número negativo sem explicação parece erro de digitação.
A empresa declara que apura o volume dos últimos 30 dias à meia-noite de todos os dias, com subida e descida automáticas de faixa, e que a partir da segunda faixa VIP o cliente passa a ter atendimento por WhatsApp e relatório mensal de negociações.
A compra simplificada: os Termos afirmam um spread que o Painel de Tarifas não publica
Este é o achado mais útil desta apuração, e ele é uma ausência. O Painel de Tarifas da empresa só tem tabela por tipo de ordem — passiva, ativa e stop market — e não traz linha para a compra instantânea pelo aplicativo. Os Termos de Uso da mesma empresa, tratando da modalidade que ela chama de Swap, declaram que o preço do Swap pode diferir do preço praticado no livro de ofertas em razão do spread aplicável à modalidade, conforme o Painel de Tarifas. A cláusula remete a uma tabela; a tabela não tem esse número.
O efeito prático é o que interessa: o documento contratual afirma que existe um custo adicional na compra simplificada, e a fonte para a qual ele aponta não permite saber de quanto. O artigo da Central de Ajuda que ensina a comprar criptomoedas pelo aplicativo descreve o fluxo e não menciona taxa. Sem conta na plataforma não há como apurar o valor, e por isso não há número dele aqui — inventar uma estimativa seria pior que a lacuna.
O que dá para publicar é o termo de comparação: uma compra a mercado no livro de ofertas custa 0,50% na faixa Iniciante. Em outras páginas desta seção a compra simplificada apareceu custando várias vezes o preço do livro, e é justamente por isso que a ausência dessa linha no Painel de Tarifas merece uma seção em vez de uma nota de rodapé.
Um produto distinto, e com número publicado, ajuda a dimensionar o desenho: para o Foxbit Pay a Central de Ajuda declara 0,25% em cada transação, sem mensalidade nem taxa de adesão, e informa que liquidar o ativo para sacar em reais acrescenta 0,5% de taxa de trade na plataforma da Foxbit Exchange. São dois percentuais somados na mesma jornada, e a empresa os publica separados.
Depósito, saque e os prazos que a empresa declara
A Central de Ajuda declara que o depósito por Pix não tem custo, funciona todos os dias e tem prazo de aprovação de até 10 minutos. A API pública da própria empresa, consultada em 1º de agosto de 2026, devolve para o real depósito habilitado com valor mínimo de R$ 0,01. Os outros três caminhos têm condições próprias: TED e DOC em horário bancário; cartão de crédito com mínimo de R$ 5, máximo de R$ 500 por mês e aprovação em até 1 hora; e depósito em espécie com limite de R$ 500 por dia e prazo de até 3 dias úteis. O Painel de Tarifas acrescenta que a aprovação de depósitos em reais por TED, DOC ou dinheiro ocorre de segunda a sexta, das 8h às 16h30.
No saque em reais as duas fontes da empresa concordam, o que nem sempre acontece: o Painel de Tarifas declara taxa zero para saque em conta bancária, e a API pública devolve taxa 0 e valor mínimo 10 para o real. A Central de Ajuda confirma o mínimo de R$ 10 e declara que o saque só é feito para conta bancária de mesma titularidade. Sobre prazo, a empresa declara fluxo instantâneo, com média de 10 minutos, 24 horas por dia, todos os dias da semana. É prazo declarado pela empresa, não medição nossa.
As tabelas de taxa de saque por ativo do Painel de Tarifas são renderizadas por JavaScript e vêm vazias no HTML da página, então o caminho para o número foi a API pública da própria empresa, documentada por ela. Em 1º de agosto de 2026 ela devolveu, para o bitcoin na rede Bitcoin, taxa de 0,00002 BTC e saque mínimo de 0,00001164 BTC. Outros valores da mesma consulta: 0,000012924512832 ETH na rede ERC-20; e para o tether, 1 USDT na ERC-20, 1,5 USDT na TRC-20 e 0,1 USDT na Polygon. O próprio Painel de Tarifas avisa que a taxa de saque de cripto é baseada na rede e pode mudar sem aviso, e que a informação da página pode ter atraso — o que faz da API a leitura mais próxima do valor cobrado, e não uma fonte alternativa de segunda linha.
Duas fontes da empresa divergem sobre limite de saque de criptoativos no nível Verificado, e a divergência fica registrada em vez de resolvida por nós: o artigo de limites operacionais da Central de Ajuda, atualizado em 28 de julho de 2026, informa até R$ 1.000; o Painel de Tarifas lista limite personalizado por ativo, com nota de que os limites de saque de cripto são definidos conforme o perfil de cada cliente. Qual prevalece não foi apurado.
Há ainda um custo previsto nos Termos de Uso que não tem valor publicado: a Taxa de Guarda Segura, mensal, aplicada a quem não transaciona há mais de 12 meses e calculada, nas condições que a própria empresa descreve, com base no custo de transação de rede de cada criptoativo presente na conta, conforme os valores de saque vigentes. É fórmula, não número, e vai registrada como fórmula.
O que os registros públicos dizem, e a distinção que eles obrigam a fazer
Na Relação de Instituições em Funcionamento no País, mantida pelo Banco Central e consultada em 1º de agosto de 2026, o CNPJ base 21246584 não foi localizado, e nenhuma empresa com Foxbit no nome aparece ali. A consulta cobriu as quatro relações que o cadastro publica: sedes de sociedades, de bancos comerciais e múltiplos com carteira comercial, de cooperativas e de consórcios.
Na Comissão de Valores Mobiliários há um registro, e é preciso dizer de qual categoria ele é. No cadastro de plataformas eletrônicas de investimento participativo, lido no arquivo público em 1º de agosto de 2026, consta Foxbit Serviços Digitais Ltda., CNPJ 21.246.584/0002-30, denominação comercial Foxbit, com data de registro em 7 de abril de 2025 e situação em funcionamento normal desde 11 de abril de 2025, com sede em Osasco. O arquivo de sócios do mesmo cadastro registra a Foxbit LLC. No cadastro de intermediários da mesma autarquia — o que reúne corretoras, distribuidoras, custodiantes e escrituradores —, nenhuma empresa com Foxbit no nome consta nos 2.352 registros consultados na mesma data. São categorias distintas, e uma não equivale à outra.
A distinção regulatória vem a seguir, e é a que se perde com mais frequência em textos sobre o assunto. Prestar serviço de ativos virtuais é objeto de um cadastro próprio, criado pelas Resoluções BCB 519, 520 e 521, publicadas em 10 de novembro de 2025 e em vigor desde 2 de fevereiro de 2026 — e esse cadastro ainda não foi constituído. O Voto 18/2026 do Banco Central, de 19 de fevereiro de 2026, registra que a Resolução BCB 519 disciplina os processos de autorização de funcionamento dessas sociedades e que, para quem já estava em atividade na data de entrada em vigor, o processo corre em duas fases. Verificação empírica na mesma data desta apuração: os 709 registros da Relação de Instituições em Funcionamento no País se distribuem em 15 segmentos, e nenhum deles é o de prestadora de serviços de ativos virtuais.
Daí a única redação honesta. Esta página não diz que a empresa consta nem que não consta na relação de prestadoras de serviços de ativos virtuais, porque as duas frases afirmariam algo sobre um registro que não existe. O que a página reporta é o que cada relação existente diz — o nome da relação, o segmento, a razão social, o CNPJ e a data da consulta. Não constar na Relação de Instituições em Funcionamento no País não é irregularidade e não deve ser lido como tal: aquele cadastro registra instituições sob supervisão do Banco Central em segmentos como banco, cooperativa e instituição de pagamento, e a atividade de negociação de criptoativos não estava entre eles no período apurado. Interpretar o efeito de tudo isso sobre a atividade da empresa é competência do regulador, e nada aqui substitui um ato dele.
Se a Foxbit protocolou pedido de autorização na nova categoria, não apuramos, não há relação pública de pedidos para consultar, e não se deve inferir a partir do silêncio.
O que a empresa oferece além do livro de ofertas, com as condições que ela mesma declara
O Painel de Tarifas lista tokens do produto que a empresa chama de Foxbit Crypto Assets, descrito por ela como ativos reais tokenizados para negociação, entre eles precatórios e utility tokens. Cinco tokens aparecem com compra de 0,5% e resgate antecipado de 5%; um token vinculado à Eletrobrás aparece com compra de 0,0% e o mesmo resgate de 5%; e para um dos tokens a página declara que o mercado secundário ainda não está disponível. Os Termos de Uso vinculam esse produto à Resolução CVM 88 e declaram que o montante total aplicado por investidor em valores mobiliários ofertados com dispensa de registro fica limitado a R$ 20.000,00 por ano-calendário, com exceções para investidor líder, investidor qualificado e investidor com renda ou patrimônio acima do limite.
O cartão pré-pago da empresa tem uma característica que costuma se perder e que a própria empresa declara: quem o emite é a Pomelo Instituição de Pagamento Ltda., CNPJ 44.128.548/0001-97, descrita nos Termos como parceira que utiliza o saldo da conta do usuário na função crédito à vista, sem transações parceladas. As tarifas publicadas são 0,0% em transações em reais, R$ 6,90 por saque nacional na rede Cirrus e Caixa 24h, e 6% somando IOF e taxa de câmbio. O site anuncia até 1% de devolução em cripto.
Há ainda o Foxbit Earn, que a empresa descreve como uma forma de obter ganhos diários com criptomoedas paradas. As condições que ela própria declara nos Termos são as que informam o leitor: os criptoativos entregues deixam de aparecer na carteira, negociá-los exige pedir devolução antes, qualquer estimativa de ganho é teórica, e a retirada antecipada pode acarretar perda dos ganhos, com devolução em até 24 horas. Reproduzimos o que a empresa diz que o produto faz; não avaliamos o produto.
A conversão direta entre criptomoedas é descrita pela empresa como trocar uma cripto por outra numa única ação, sendo que internamente, nas palavras dela, o conceito econômico continua sendo uma venda seguida de uma compra. O artigo que a explica não publica a taxa da funcionalidade; a tabela publica 0,02% e 0,15% para os pares entre criptomoedas no livro de ofertas. A linha para empresas — Foxbit Business, Prime Desk e Infra — aparece no menu do site sem condições comerciais publicadas, e por isso não tem número nesta página.
O que esta base registra sobre criador monitorado e esta empresa
Nenhuma análise publicada nesta base registra vínculo comercial de criador monitorado com esta empresa. A frase é contada no acervo a cada publicação, não escrita à mão: se algum criador declarar parceria, ela muda sozinha.
Essa frase é sobre o nosso acervo, não sobre a empresa. Ela diz que nenhuma das análises publicadas aqui declara parceria, patrocínio, cupom ou link de afiliado com este nome, e não diz mais que isso. A página existe assim mesmo porque a apuração de fato público se sustenta sozinha, e porque a contagem é derivada do acervo a cada publicação: se algum criador monitorado declarar vínculo amanhã, a frase muda sem ninguém reescrever esta página.
Esta página não contém link de afiliado, e nenhum link nosso leva a cadastro em corretora. Se o Núcleo Cripto tiver relação comercial com alguma corretora, o disclosure aparece na própria página, e nada disso altera sentimento, score ou ranking.
O que esta apuração não alcançou
O valor do spread da compra simplificada, que é a lacuna mais relevante e está descrita acima: os Termos de Uso afirmam que ele existe e remetem ao Painel de Tarifas, e o Painel não traz a linha. Não há como apurar sem conta na plataforma. Também ficou sem resposta qual das duas fontes da empresa prevalece sobre o limite de saque de criptoativos no nível Verificado — R$ 1.000 na Central de Ajuda, limite personalizado no Painel de Tarifas.
Ficam de fora, por não terem confirmação em fonte primária: as aquisições atribuídas à empresa em 2016 e 2019, que aparecem em enciclopédia colaborativa e em resenhas de terceiros e não em comunicado da própria Foxbit nem em ato de regulador; a jurisdição em que a Foxbit LLC está constituída e o percentual dela no capital, porque o quadro de sócios registra a condição, não o percentual nem o país; o ato societário que transferiu a condição de matriz entre os dois estabelecimentos em 2023; quais são as demais empresas do Grupo Foxbit, citadas nos Termos sem nomeação; e se a empresa protocolou pedido de autorização na nova categoria do Banco Central, que não tem relação pública para consultar.
A tabela completa de taxa de saque por ativo também não entra: a página que a hospeda a renderiza por JavaScript, e a API pública responde por ativo consultado — a apuração leu bitcoin, ether e tether. Os números que estão aqui são esses três, com a data da leitura ao lado.
O que esta página não afirma
Número de custo só aparece aqui quando saiu da tabela publicada pela própria empresa, com a data em que foi conferido e a faixa de volume a que corresponde. Preço de corretora muda sem aviso e é escalonado: número sem data envelhece calado, e número sem faixa mostra o piso como se fosse o que você vai pagar. Onde a apuração não alcançou o número, esta página diz que não alcançou — mandar você consultar o site seria fingir um trabalho que não foi feito.
Também não dizemos que a empresa é segura, nem que é insegura. Segurança de custódia não se verifica de fora, por leitura de site: envolve como as chaves são guardadas, se o dinheiro do cliente é separado do caixa da empresa e o que acontece numa falha. Quem publica nota de segurança de corretora sem auditar está inventando.
E não afirmamos situação regulatória. Autorizar e supervisionar prestadora de serviços de ativos virtuais é ato do Banco Central. Onde um registro público diz alguma coisa sobre a empresa, reproduzimos o que ele diz e nomeamos qual registro é e quando foi consultado — o que é diferente de concluir, por conta própria, que a empresa está ou não autorizada. Essa conclusão é competência do regulador.
Onde conferir por conta própria
Taxas: na tabela de preços publicada pela própria empresa, antes de transferir dinheiro. O número que publicamos é uma leitura datada; o que vale no seu depósito é o que a tabela disser naquele momento. As regras do Banco Central para prestadoras de serviços de ativos virtuais exigem que elas informem riscos, políticas de segurança e taxas de forma clara — o que dá ao leitor um critério objetivo: se você não encontra a taxa antes de depositar, isso já é uma resposta.
Autorização: com o Banco Central, que passou a regular, autorizar e supervisionar essas empresas. As regras foram publicadas em 10 de novembro de 2025 e entraram em vigor em 2 de fevereiro de 2026, e quem já prestava o serviço no país pode continuar operando dentro de um prazo para comprovar requisitos e solicitar autorização. Enquanto esse prazo corre, não há relação pública de empresas autorizadas para consultar — o que significa que ausência de autorização concedida não é o mesmo que negativa, e que dizer de uma empresa que ela 'não consta' seria tão errado quanto dizer que consta.
Um limite que vale registrar: dependendo de como um token é estruturado e oferecido, quem regula pode ser a Comissão de Valores Mobiliários, não o Banco Central.